Muito Prazer, eu sou
Dr. José Gabriel

Médico Ortopedista e Traumatologista

“Doutor... dói da cabeça até a ponta do pé.”

A dor não é apenas um problema para ser tratado. Ela é um sinal de que algo na forma como seu corpo foi sendo exigido ao longo da vida precisa ser revisto. Meu papel é tratar essa dor com excelência, mas também mostrar que a verdadeira recuperação depende da forma como você cuida do seu corpo dali para frente.

Ao longo da prática clínica, percebi que muitas pessoas procuram o ortopedista esperando apenas um diagnóstico ou um medicamento para aliviar a dor. Mas a dor é apenas uma parte da história.

Um tratamento eficiente começa entendendo como aquele problema surgiu, quais fatores contribuíram para o seu desenvolvimento e o que pode ser feito para recuperar sua qualidade de vida e evitar que aquela condição continue limitando seus movimentos.

Situações em que posso ajudar

Pé torto congênito

Receber o diagnóstico de pé torto congênito costuma gerar insegurança e muitas dúvidas para a família. A boa notícia é que, quando o tratamento é iniciado precocemente, as chances de correção são excelentes e a criança pode se desenvolver de forma funcional.

O Método Ponseti, considerado padrão-ouro para o tratamento do pé torto congênito, permite corrigir a deformidade por meio de manipulações delicadas, gessos seriados e, quando necessário, um pequeno procedimento no tendão de Aquiles. No entanto, o sucesso do tratamento não depende apenas da correção inicial.

A fase de manutenção é tão importante quanto o início do tratamento. O uso adequado da órtese e o acompanhamento regular são fundamentais para reduzir o risco de recidiva e permitir que a criança cresça com mobilidade e qualidade de vida.

Fascite plantar e esporão de calcâneo

Muitas pessoas acreditam que o esporão é o responsável pela dor no calcanhar. Na realidade, ele costuma ser uma consequência das sobrecargas que o pé sofreu ao longo do tempo e nem sempre é o verdadeiro causador dos sintomas.

Por isso, antes de pensar em qualquer tratamento, é fundamental entender por que essa sobrecarga aconteceu. Alterações na pisada, encurtamentos musculares, excesso de impacto, tipo de calçado e hábitos do dia a dia precisam ser avaliados para que a causa do problema seja realmente identificada.

Outro equívoco bastante comum é recorrer a calçados com o calcanhar mais elevado para aliviar a dor. Embora isso possa proporcionar um alívio momentâneo, o uso contínuo pode favorecer ainda mais o encurtamento da musculatura da panturrilha e aumentar a tensão sobre a fáscia plantar, perpetuando o problema.

O tratamento não deve se limitar ao controle da dor. Quando a causa é identificada e corrigida, é possível recuperar a função do pé, reduzir a sobrecarga e diminuir significativamente as chances de novas crises.

Joanete doloroso e deformidades dos dedos

Nem todo joanete precisa de cirurgia. E a presença de uma deformidade, por si só, não significa que ela precise ser corrigida cirurgicamente.

O que muda essa avaliação é quando o pé começa a perder função: dor frequente, dificuldade para usar calçados, alteração na forma de caminhar ou sobrecarga nos outros dedos. O joanete é uma deformidade progressiva e, com o tempo, pode modificar a distribuição das cargas e favorecer outras alterações no antepé.

Quando a cirurgia é indicada, o objetivo não é simplesmente “retirar o osso que está para fora”. É corrigir o alinhamento e a mecânica do pé. Por isso, a decisão cirúrgica precisa considerar o tipo e o grau da deformidade, os sintomas e, principalmente, o quanto aquele pé está limitando a vida do paciente.

Lesões e ruptura do tendão de Aquiles

Uma dor persistente atrás do calcanhar, dificuldade para ficar na ponta do pé ou a sensação de ter levado uma “pedrada” na panturrilha durante uma atividade física podem indicar uma lesão importante do tendão de Aquiles.

Nas rupturas, o tempo entre a lesão e a avaliação faz diferença. Com o passar dos dias, o tendão pode sofrer alterações que tornam o tratamento mais complexo. Por isso, reconhecer a lesão e definir precocemente a melhor conduta é fundamental.

Nem toda lesão do tendão de Aquiles precisa de cirurgia. Mas, quando a ruptura, o perfil do paciente e sua demanda funcional apontam para o tratamento cirúrgico, a técnica e o planejamento precisam considerar não apenas a união do tendão, mas a recuperação da sua função. Afinal, é o tendão de Aquiles que participa diretamente da força de impulso necessária para caminhar, correr e ficar na ponta dos pés.

Artrose do pé e tornozelo

A artrose não começa a limitar o paciente apenas quando a dor se torna intensa. Muitas vezes, antes disso, o corpo já modificou a forma de pisar e caminhar para tentar proteger a articulação desgastada.

O problema é que essas compensações transferem carga para outras regiões do pé e do membro inferior. Aos poucos, uma articulação comprometida pode interferir em toda a mecânica da marcha e transformar atividades simples em tarefas cada vez mais difíceis.

Nos casos avançados, quando a dor e a perda de função já limitam a vida do paciente, o tratamento cirúrgico pode ser a melhor alternativa. Existem diferentes possibilidades de cirurgia, e a escolha depende da articulação comprometida, do grau de desgaste, do alinhamento do pé e das necessidades funcionais de cada paciente.

Mais do que olhar para uma radiografia com artrose, a avaliação de um cirurgião especialista em pé e tornozelo permite entender quanto aquela articulação ainda funciona e qual procedimento pode oferecer o melhor resultado para aquele pé.

Fraturas do pé e dos dedos

“É só o dedinho.” Essa é uma frase comum depois de uma pancada no pé. Mas o tamanho do osso não determina a importância da fratura.

Algumas fraturas podem ser tratadas de forma simples, com proteção e acompanhamento. Outras apresentam desvio, rotação ou comprometem articulações importantes para a distribuição de carga e para o movimento do pé. Quando uma fratura consolida em uma posição inadequada, o problema pode aparecer mais tarde na forma de dor, dificuldade para usar calçados ou alteração na maneira de caminhar.

Por isso, o mais importante não é apenas saber se o osso quebrou, mas entender onde ocorreu a fratura, como os fragmentos estão posicionados e o impacto daquela lesão na função do pé.

Quando existe indicação cirúrgica, o objetivo é restaurar o alinhamento e estabilizar a fratura para que o osso consolide na melhor posição possível. Em ossos pequenos, detalhes de poucos milímetros podem fazer diferença na mecânica e na função do pé.

Não encontrou a sua necessidade?

Essas são apenas algumas das principais condições acompanhadas na ortopedia e na cirurgia do pé e tornozelo, mas representam apenas uma parte dos casos atendidos.

Se a sua queixa não está entre os exemplos acima, entre em contato com nossa equipe. Vamos entender sua necessidade e direcionar você para o atendimento mais indicado.

Quem vai cuidar de você?

Sou José Gabriel, médico ortopedista e especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo.

Minha atuação é voltada para o diagnóstico e tratamento das condições ortopédicas, com atenção especial às doenças, deformidades e lesões que comprometem o pé e o tornozelo.

Acredito que uma boa decisão médica começa por compreender o impacto real do problema na vida do paciente. Nem toda alteração precisa de cirurgia. Mas, quando o tratamento cirúrgico é indicado, planejamento, conhecimento técnico e precisão fazem diferença em cada etapa do tratamento.

Meu compromisso é oferecer uma avaliação criteriosa e definir a melhor estratégia para cada caso, seja através do tratamento conservador ou cirúrgico, buscando recuperar função, movimento e qualidade de vida.

Realizar Agendamento

Faça-nos uma visita =D

Informações de contato

Fisiomais Saúde

Copyright © 2026. Todos os direitos reservados